CLICK HERE FOR THOUSANDS OF FREE BLOGGER TEMPLATES »

Agonia... Solidão

Agonia... Solidão

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

volupia

Volúpia


Imagem:  s/t
Autor(a): Quark

De meus sonhos desperto;
E com um sorriso tímido vejo;
Que tu ainda repousas;
Ao meu lado neste dia;
Adormecido feito criança;
Na tranquilidade dos anjos;

Que fazem reluzir;
Em desejos tua beleza;
De poder sorver tua alma;
Em beijos sedentos e quentes;
Até que minha alma seja parte da sua;
Assim como a sua já é parte da minha;

Neste momento em que no deparamos;
Da inércia do tempo livres;
Despidos de roupas e pudores;
Sem tesouros..., sem mascaras...;
Sem nada mais;
Além de um ao outro;

Tal qual o dia e a noite;
Num incessante delirar;
De suspiros e sussurros;
Onde palavras não mais fazem;
Sentido de existirem;
E nós somos apenas um.

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Aromas de Amor


Imagem: La Primavera
Auto(a): Mamba-Negra

Ventos que levam... Aromas de primavera;
Sutis, doces, inspiradores.
Ventos que trazem... Lembranças;
Paixões, devaneios.
Os meus lábios ao encontro dos teus;

Tão louco... Tão louco;
Meu desejo;
Por ti anjo branco;
Anjo dourado...
Vermelho... Amor louco... Paixão;

Ontem, amanhã;
Neste exato instante;
Enquanto escrevo;
Deleito meu pensar;
Em teu sorriso guardado;

Meu sorriso...;
Mesclado a suspiros;
Ânsia de afago por fazer;
Em teu peito, meu repouso;
Adormecendo feito criança;

Calado e cansado;
Das vertigens...;
Dos feitiços;
Que me prendem ao cotidiano;
Do mundo longe do teu abraço;

Que tanto me acalma;
Conforta meu coração e aflora;
Meu sorriso retido;
No mais fundo dos abismos;
De minha alma tortuosa;

Que aos teus pés se ajoelha;
Desde o instante primeiro;
Em que teu sorriso brotou;
E meu peito em nuvens bebeu;
Da essência do amor dos anjos.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Caminhos

Imagem: Anechoic
Autor(a): *Nachan


Meu pensamento que me conduz;

Meu sonho...;

Minha luz...;

Pálida e incerta;

A me fazer ver coisas;


Imagens que ninguém mais vê;

A escrever versos;

Que em sã consciência ninguém vai ler;

Muito menos compreender...;

Este sou eu...


Tão mutável e disforme;

Cáustico...;

Insano...;

Apaixonado...;

Por tudo que se passa;


À minha frente e agrada;

Meus olhos ácidos;

E meus ouvidos nostálgicos;

Cada som...;

Cada nota povoada de lembranças;


Embriagada pela fragrância das flores;

Que perduram por mais de um amanhecer;

E na sua maturidade acabam;

Por tornarem-se mais delicadas...;

Mais refinadas..., marcantes...;


Ao ponto de afogarem-me;

Pela beleza contida em sua calmaria;

Seu balançar embalado pela brisa;

Fresca da primavera eloqüente;

A se iniciar na lentidão;


Tão igual aos dias de preguiça;

Em que nada há por se fazer;

A não ser observar desatento;

E descrever em versos confusos;

(Por vezes até lisérgicos;)


A beleza da calmaria;

Que na maioria das vezes;

Se passa despercebida;

Perante os olhos cansados;

Mas ainda vivos e cheios;


Da alegria incontida de um beijo;

Eterno e apaixonado;

E da esperança de poder ver;

Todo o universo em um sorriso.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Paixão Serena

Autor(a):Oprisco


Calma...;

Quase sem rumo...;

Na inocência chegastes;

E ao meu lado sem pretensão;

Repousaste teu brilho por um instante;


Um único momento..., uma eternidade...;

Um olhar..., um beijo...;

Que me cativou e sem querer;

De mim roubou a sanidade;

O sono..., a própria vontade;


E em êxtase senti-me preso;

Ao brilho dos olhos teus,

Ao sorriso que contemplo;

Ontem..., hoje..., amanhã...;

Sempre...;


Seguro ao enlace de teus braços;

Que sustentam meu ser;

Meu corpo, minha alma;

Meu sentimento incontido;

A adoração que a ti devoto;


Em momentos tão fugazes;

Que posso tocar-te os lábios;

Sentindo teu calor, a doçura;

De uma mulher sublime;

De ares angelicais;


Em eras torturantes;

Que de tua presença sou privado;

E rasga-me o pensar;

Onde andas...? Onde estas...?

...e minha lágrima não sabe responder...;


Por qual razão me castiga;

O destino ao levar-te;

Para além do crepúsculo;

Onde repousas tua cabeça;

Longe dos meus afagos;


Longe de minhas mãos;

Que tremulas suam;

Da aflição por ver-te partir;

E não poder te sentir;

Quando do sono desperto;


E o que vejo é tão somente;

Um quarto vazio;

Maior que o próprio universo;

Frio... Triste...;

Quase tão triste quanto meu coração;


Que sente-se sem vida...;

E impacientemente aguarda;

Enlouquece ao buscar-te;

Em cada música...;

Em cada flor...;

Em cada poesia...;


Escrita como súplica;

De teu retorno aos braços meus;

Prontos a abraçar-te;

E a trazer-te ao alcance de meu beijo;

Para que se esqueças do mundo;


E repouse teu sorriso;

Em meu coração que te guarda;

Em sonho... Em vida;

No amor que sinto;

Por ti doce anjo meu.

domingo, 28 de agosto de 2011

Recordação

Imagem: Brincar de ser feliz!

Autor(a): Roseliane De Pace


Correm minhas mãos rijas;

Pelas folhas pardas pelo tempo;

Que os anos me deixarão como recordação;

Nessa imagem gravada do rosto;

Doce de alguém que um dia amei;

E pergunto-me onde ou com quem;

Estariam agora aqueles olhos e sorriso;

Quando esconde-se o sol, e desponta;

A lua majestosa da primavera;

Nas noites frescas e plácidas;

Carregadas de melancolia;

Onde meu espírito se perde;

Entre devaneios e desejos;

Ainda que puros, torturantes;

E sem piedade alguma;

Fazendo adormecer em meus olhos;

Esse desejo confuso...mas real;

Dos homens aprisionados à sua noite;

Eterna por não haver repouso;

Para o peso de sua cabeça e o vazio de seu coração;

E fazem-se então as lágrimas;

Nestas horas em que a saudade impera;

Ainda que por instantes a contorcer;

Os lábios trêmulos dessa melancolia;

Que parece afogar-nos na confusão;

De não sermos mais aquilo que sonhamos;

Nas fantasia da infância;

Em que tudo era possível num piscar de olhos;

E nada se perdia na distância;

E nem nos sonhos.


*Em tempos de melancolia e solidão... Hoje não mais.


terça-feira, 14 de junho de 2011

Imagen: Mountain Thunder

Autor(a): kkart


Por entre céus, terras e tormentas vaguei;

Em minha busca de um lugar;

Enquanto muitos buscavam apenas a jornada;

Eu almejava a chegada;

Um lar...;

Um coração onde pudesse adormecer;


E por ironia;

Uma brincadeira do destino;

Aquilo que eu tanto buscava;

Estava bem à frente de meus olhos;

Escondido atrás do véu negro;

Da cegueira que cobria meus olhos;


Mas no mesmo instante em que te vi;

Soube com certeza que tinha encontrado;

O fim de uma jornada...,

E o início de outra...;

À qual me entreguei;

Em um mergulho profundo;


Nos olhos claros e boca calada;

Dessa flor tímida, quase esquecida;

Mas que guarda em seu interior;

Uma beleza sublime, quase divina;

Digna de épicos contos gregos;

E frondosas canções dos menestréis...;


Com certeza és tu;

Meu lar..., meu destino...;

A alma com quem desejo;

Partilhar afetos, carinhos, emoções...;

Pois entristeço ao ver tua tristeza...;

E alegro-me com teu sorriso;


Que se faz hoje essencial;

Tão necessário quanto o próprio ar;

E me fortalece a cada momento;

Em que aspiro de teu semblante;

A alegria doce e sutil;

A encher-me o peito;


A tal ponto de querer gritar;

Para que o mundo e as estrelas ouçam;

E sintam inveja do sentimento;

Que guardo livre em meu coração;

Pela mulher de lábios tímidos;

Que amo mais que a própria vida;