Agonia... Solidão
segunda-feira, 19 de maio de 2014
Névoa das Ilusões
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domingo, 27 de abril de 2014
Aos Poetas... O Desabafo
quinta-feira, 13 de setembro de 2012
Vazio... Saudade
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segunda-feira, 20 de agosto de 2012
Volúpia
E com um sorriso tímido vejo;
Que tu ainda repousas;
Ao meu lado neste dia;
Adormecido feito criança;
Na tranquilidade dos anjos;
Em desejos tua beleza;
De poder sorver tua alma;
Em beijos sedentos e quentes;
Até que minha alma seja parte da sua;
Assim como a sua já é parte da minha;
Da inércia do tempo livres;
Despidos de roupas e pudores;
Sem tesouros..., sem mascaras...;
Sem nada mais;
Além de um ao outro;
Num incessante delirar;
De suspiros e sussurros;
Onde palavras não mais fazem;
Sentido de existirem;
E nós somos apenas um.
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segunda-feira, 18 de junho de 2012
Aromas de Amor
Postado por Jaci Paganini às 22:00 0 comentários
Marcadores: Primavera - Amor - Renovação - Sentimentos
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
Caminhos

Meu pensamento que me conduz;
Meu sonho...;
Minha luz...;
Pálida e incerta;
A me fazer ver coisas;
Imagens que ninguém mais vê;
A escrever versos;
Que em sã consciência ninguém vai ler;
Muito menos compreender...;
Este sou eu...
Tão mutável e disforme;
Cáustico...;
Insano...;
Apaixonado...;
Por tudo que se passa;
À minha frente e agrada;
Meus olhos ácidos;
E meus ouvidos nostálgicos;
Cada som...;
Cada nota povoada de lembranças;
Embriagada pela fragrância das flores;
Que perduram por mais de um amanhecer;
E na sua maturidade acabam;
Por tornarem-se mais delicadas...;
Mais refinadas..., marcantes...;
Ao ponto de afogarem-me;
Pela beleza contida em sua calmaria;
Seu balançar embalado pela brisa;
Fresca da primavera eloqüente;
A se iniciar na lentidão;
Tão igual aos dias de preguiça;
Em que nada há por se fazer;
A não ser observar desatento;
E descrever em versos confusos;
(Por vezes até lisérgicos;)
A beleza da calmaria;
Que na maioria das vezes;
Se passa despercebida;
Perante os olhos cansados;
Mas ainda vivos e cheios;
Da alegria incontida de um beijo;
Eterno e apaixonado;
E da esperança de poder ver;
Todo o universo em um sorriso.
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quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
Paixão Serena

Calma...;
Quase sem rumo...;
Na inocência chegastes;
E ao meu lado sem pretensão;
Repousaste teu brilho por um instante;
Um único momento..., uma eternidade...;
Um olhar..., um beijo...;
Que me cativou e sem querer;
De mim roubou a sanidade;
O sono..., a própria vontade;
E em êxtase senti-me preso;
Ao brilho dos olhos teus,
Ao sorriso que contemplo;
Ontem..., hoje..., amanhã...;
Sempre...;
Seguro ao enlace de teus braços;
Que sustentam meu ser;
Meu corpo, minha alma;
Meu sentimento incontido;
A adoração que a ti devoto;
Em momentos tão fugazes;
Que posso tocar-te os lábios;
Sentindo teu calor, a doçura;
De uma mulher sublime;
De ares angelicais;
Em eras torturantes;
Que de tua presença sou privado;
E rasga-me o pensar;
Onde andas...? Onde estas...?
...e minha lágrima não sabe responder...;
Por qual razão me castiga;
O destino ao levar-te;
Para além do crepúsculo;
Onde repousas tua cabeça;
Longe dos meus afagos;
Longe de minhas mãos;
Que tremulas suam;
Da aflição por ver-te partir;
E não poder te sentir;
Quando do sono desperto;
E o que vejo é tão somente;
Um quarto vazio;
Maior que o próprio universo;
Frio... Triste...;
Quase tão triste quanto meu coração;
Que sente-se sem vida...;
E impacientemente aguarda;
Enlouquece ao buscar-te;
Em cada música...;
Em cada flor...;
Em cada poesia...;
Escrita como súplica;
De teu retorno aos braços meus;
Prontos a abraçar-te;
E a trazer-te ao alcance de meu beijo;
Para que se esqueças do mundo;
E repouse teu sorriso;
Em meu coração que te guarda;
Em sonho... Em vida;
No amor que sinto;
Por ti doce anjo meu.
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domingo, 28 de agosto de 2011
Recordação
Imagem: Brincar de ser feliz!
Autor(a): Roseliane De Pace
Correm minhas mãos rijas;
Pelas folhas pardas pelo tempo;
Que os anos me deixarão como recordação;
Nessa imagem gravada do rosto;
Doce de alguém que um dia amei;
E pergunto-me onde ou com quem;
Estariam agora aqueles olhos e sorriso;
Quando esconde-se o sol, e desponta;
A lua majestosa da primavera;
Nas noites frescas e plácidas;
Carregadas de melancolia;
Onde meu espírito se perde;
Entre devaneios e desejos;
Ainda que puros, torturantes;
E sem piedade alguma;
Fazendo adormecer em meus olhos;
Esse desejo confuso...mas real;
Dos homens aprisionados à sua noite;
Eterna por não haver repouso;
Para o peso de sua cabeça e o vazio de seu coração;
E fazem-se então as lágrimas;
Nestas horas em que a saudade impera;
Ainda que por instantes a contorcer;
Os lábios trêmulos dessa melancolia;
Que parece afogar-nos na confusão;
De não sermos mais aquilo que sonhamos;
Nas fantasia da infância;
Em que tudo era possível num piscar de olhos;
E nada se perdia na distância;
E nem nos sonhos.
Postado por Jaci Paganini às 16:00 1 comentários
terça-feira, 14 de junho de 2011
Imagen: Mountain Thunder
Autor(a): kkart
Por entre céus, terras e tormentas vaguei;
Em minha busca de um lugar;
Enquanto muitos buscavam apenas a jornada;
Eu almejava a chegada;
Um lar...;
Um coração onde pudesse adormecer;
E por ironia;
Uma brincadeira do destino;
Aquilo que eu tanto buscava;
Estava bem à frente de meus olhos;
Escondido atrás do véu negro;
Da cegueira que cobria meus olhos;
Mas no mesmo instante em que te vi;
Soube com certeza que tinha encontrado;
O fim de uma jornada...,
E o início de outra...;
À qual me entreguei;
Em um mergulho profundo;
Nos olhos claros e boca calada;
Dessa flor tímida, quase esquecida;
Mas que guarda em seu interior;
Uma beleza sublime, quase divina;
Digna de épicos contos gregos;
E frondosas canções dos menestréis...;
Com certeza és tu;
Meu lar..., meu destino...;
A alma com quem desejo;
Partilhar afetos, carinhos, emoções...;
Pois entristeço ao ver tua tristeza...;
E alegro-me com teu sorriso;
Que se faz hoje essencial;
Tão necessário quanto o próprio ar;
E me fortalece a cada momento;
Em que aspiro de teu semblante;
A alegria doce e sutil;
A encher-me o peito;
A tal ponto de querer gritar;
Para que o mundo e as estrelas ouçam;
E sintam inveja do sentimento;
Que guardo livre em meu coração;
Pela mulher de lábios tímidos;
Que amo mais que a própria vida;
Postado por Jaci Paganini às 00:00 3 comentários
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Humanos
Imagen: Walking Down the Street...Autor(a): João Santos
Somos aquilo que nos resta;
Nos dias tensos e melancólicos...;
Das auroras vermelhas;
A encobrir o brilho dos olhos;
Quando os amores se desfazem;
Em cinzas e fumaça negra;
Que se esvai com os jardins do Éden...;
Aos pesadelos de sua terra;
Não somos, por certo;
Aquilo que sonhaste com as estrelas;
Quando tua imaginação se voltava ao infinito;
E teu coração não conhecia a tristeza;
Pois nasce de nossa voz maldita;
As palavras sangrentas...traidoras;
Que revelam nossas fraquezas;
Como humanos imperfeitos;
Incapazes de amar sem preconceito;
Amar sem esperar amor em troca;
Incondicionalmente...;
Verdadeiramente...;
O amor que se vivencia;
Discreto e cotidiano;
Que se ressalva em um sorriso;
Um beijo despretensioso;
Apenas dado por ser dado;
Tão igual, mas ainda tão especial;
Que se guarda na memória;
Um beijo de verdadeiro amor.
Postado por Jaci Paganini às 21:28 0 comentários
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sexta-feira, 18 de março de 2011
Lágrimas... de alegria...
Lágrima minha...;
Sem tristeza se faz;
Somente saudade;
Pura saudade..., nada mais;
Que a falta de um anjo;
De pele alva e cabelos dourados;
Que a mim um dia dedicou;
Um beijo sereno...;
E levou de mim toda mágoa;
Toda dor que imperava;
No coração peregrino;
Que reside no peito meu;
E por incontáveis eras vagou;
Incerto de seu destino;
Buscando abrigo em portos vis;
Na esperança de encontrar a paz;
Que na infância me guardava;
Nas noites estreladas...;
Nos dias ensolarados...;
Nas horas de alegria...;
Cercadas de entusiasmo;
Pelo amanhã encoberto;
Em mistério e paixão;
Que faz dos sonhadores poetas;
Mestres do deleite das palavras;
A cantarem as dores e os amores...;
As flores despertas no orvalho;
Na singela tranqüilidade da manhã;
Viva e psicodélica das cores;
Onde se destacam os olhares;
Arrebatadores que mais nada vêem;
Senão a imagem própria do nascimento;
Do universo que se resume;
Na paixão entre homem e mulher...;
O querer entre você e eu...
Postado por Jaci Paganini às 20:30 0 comentários





