Volta minha’lma, de onde estiveres;
Pois sussurra meus lábios o teu nome;
Na ânsia de ver-te como outrora;
Sempre com os braços estendidos;
Prontos a abraçar-me...;
Volta minha’lma errante;
Quando o cansaço da jornada;
Fizer-se presente em teu íntimo;
E um abrigo terno anseares;
Meu peito estará aberto para receber-te;
Volta..., sem mágoa nem ressentimento;
Pois meu amor é maior;
E ainda crê que em ti existe;
O amor que um dia demonstraste;
Com teu beijo mais ardente;
Volta minha’lma..., meu anjo;
Ao coração que te chama;
Onde gravaste teu nome...;
Onde fizeste tua morada...;
Onde existe amor para te dar;
Volta a mim como antes;
Cheia de sorrisos doces;
Com olhares brilhantes..., cristalinos;
Com abraços fortes..., quentes;
Volta a quem te ama..., volta.
"Para um anjo que vive em meu coração."
Genesis
Agonia... Solidão
domingo, 20 de abril de 2008
Súplica
Postado por Jaci Paganini às 23:51 6 comentários
segunda-feira, 7 de abril de 2008
Saudade
Frios são esses dias;
Que clautrofóbicos antecedem a chegada;
Do outono solitário..., mórbido...;
Triste..., no cair de minha folhas;
Amareladas..., pálidas...;
Do cançasso de verter em lágrimas;
Quando não mais resta alegria;
Nesse coração duro e castigado;
Que se desespera ao lembrar;
Que a ave alvissareira;
De todas as manhãs a despertar-me;
Quando brilhava os primeiros raios;
Da aurora sublime e fugáz;
Não mais repousa;
No abraço seguro de meus ramos.
Genesis
Postado por Jaci Paganini às 21:43 4 comentários
domingo, 23 de março de 2008
Uma Feliz Páscoa a Todos
Postado por Jaci Paganini às 11:30 10 comentários
domingo, 16 de março de 2008
Entre as Pedras e o Fogo
O que de mim agora se faz;
Presente em teu pensamento:
Quando de mim não mais precisa:
E de meu beijo não mais sente o sabor?
Nem quando de tuas mãos foge;
O ouro dado em sentimento;
Por amar insano teu ser;
Que a mim é tudo..., e ainda mais;
Por seres tão descuidada;
Feito criança que estas sempre;
A perder seus brinquedos;
Assim tu ages..., infelizmente;
Deixando ao acaso dos dias;
Aquilo que ninguém jamais conseguiu;
...Trazer a tona teu sorriso...;
Na mais pura forma;
O que ressoa em teus ouvidos;
Nesses instantes claustrofóbicos;
Em que se trancas em teu quarto;
E tua única companhia é o vazio?
Esse que tanto te assombrou;
Até o momento em que acendeste;
O amor que havia reprimido;
Em teu coração..., e no meu também;
Ao ponto de enfrentar o mundo;
Em sua procura frenética pelo édem;
Que ansiavas encontrar guardado;
Para ti em meus braços...
Onde andarás..., onde andarás...;
Agora que tua boca não mais sussurra;
Meu nome que tanto aclamaste;
Como sendo seu amor maior;
Que desejavas a tempos passados;
Quando se fazia presente o desejo;
A esperança que unia duas almas;
Mesmo que separadas pela eternidade;
O que dizer..., o que fazer...;
Que caminho é seguro;
Onde é hoje minha morada;
Onde é a morada de teu calor;
Entre a folhas caídas do outono;
Entre as pedras e o fogo;
Entre tantos e tantos devaneios;
Entre suspiros e sorrisos;
Que tanto estimo e venero;
Feito Deusa..., feito Anjo;
Feito mulher a quem entreguei;
Meu coração e minha alma.
Genesis
16/03/2008
Postado por Jaci Paganini às 21:29 4 comentários
Quando se Abrem os Olhos
Abrem-se os olhos negros;
Como a noite triste sem lua a pairar;
Sobre as cabeças cansadas do frio;
Que ronda a vida por entre a alma
Melancólica e apaixonada por tantos sorrisos;
Dispersos no vagar lento da solidão;
Que como névoa escura encobre a visão;
De tudo quanto é belo e simples;
Mas ainda assim magnífico e tentador;
Como o desejo eterno de voar livre;
Completamente despido de roupas e de tudo;
Aquilo que é ruim e amargo dentro de nós;
Voar...voar pelas auroras infinitas;
Onde as constelações não têm fim;
E nosso amor se inicia;
Puro feito luz;
Genesis
Postado por Jaci Paganini às 18:33 1 comentários
Canções... Preces.
Canções rogadas, válidas;
Por si só, sem pensar em nada;
Só por serem elas mesmas, vivas;
Luzes magistrais a ofuscar;
Todo julgamento e veredicto;
Na confusão dos sentidos perdidos;
Entre as tormentas do verão;
E a brisa mansa da primavera;
Velada nas horas de paixão;
Onde tudo se justifica;
E onde os olhos alcançam;
A paz verdadeira dos sentidos;
Como tarde de céu azul;
Quente... Serena... Mágica;
Onde meu coração anseia chegar.
Postado por Jaci Paganini às 14:53
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008
Essa postagem foge um pouco à linha do blog, mas é uma canção linda que fala de amor, e portanto não poderia ficar de fora.
RELICÁRIO
(Nando Reis)
É uma ídia com colar
a tarde linda que não quer se pôr.
Dançam as ilhas sobre o mar
Sua cartilha tem o "A" de que cor?
O que está acontecendo?
O Mundo está ao contrário e ninguém reparou.
O que está acontecendo?
Eu estava em paz quando você chegou
São dois cílios em pleno ar
atrás do filhos vem o pai, o avô.
Como um gatilho sem disparar
você invade mais um lugar onde eu não estou.
O que você está fazendo?
Milhões de vaso sem nenhuma flor.
O que você está fazendo?
Um relicário imenso desse amor
Corre a lua, por que longe vai?
Sobe o dia tão vertical,
o horizonte anuncia com o seu vitral
que eu trocaria a eternidade por essa noite.
Por que está amanhecendo?
Peço o contrário, ver o sol se pôr.
Por que está amanhecendo
Se não vou beijar seus lábios quando se for?
Quem nesse mundo faz o que há durar,
pura e somente dura - o FUTURO AMOR.
Eu sou a chuva pra você secar
pelo zunido das suas asas você falou.
O que você está dizendo?
Milhões de frases sem nenhuma cor,
O que você está dizendo?
Um relicário imenso desse amor.
O que você está dizendo?
O que você está dizendo?
Por que é que está fazendo assim?
Postado por Jaci Paganini às 23:46 14 comentários



