Agonia... Solidão
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
FELIZ NATAL
Vídeo: happy christmas - john lennon
Autor: John and Yoko
Por um mundo mais humano,
onde não haja violência,
dor, fome, preconceito, solidão.
Que o espírito do Natal preencha todos os
corações com alegria, ternura, confiança e amor,
esse é meu pedido de Natal.
À todos que me acompanham nesta vida meu
muito obrigado, um abraço carinhoso
e um FELIZ NATAL.
Postado por Jaci Paganini às 01:30 0 comentários
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Desejo
Imagen: "AMOR"......para ti!!!Autor: glover barreto
Fala-me anjo meu;
Dos dourados cabelos de sol;
De seus sonhos e desejos;
Que no existir e no meu querer;
Fazem-se também meus;
Por crer que tua felicidade;
É em verdade a minha felicidade...;
Em ver teu sorriso;
E desejar teu beijo;
Dia após dia;
Afogado nessa saudade insistente;
Que não admite trégua;
E por saber e sentir;
Que é, e por desejar que sempre seja;
Teu sorriso meu guia;
Teu olhar de estrelas minha esperança;
Teu beijo minha perdição;
Teu carinho meu conforto;
Teu abraço o meu leito;
E teu coração minha eterna morada.
Dos dourados cabelos de sol;
De seus sonhos e desejos;
Que no existir e no meu querer;
Fazem-se também meus;
Por crer que tua felicidade;
É em verdade a minha felicidade...;
Em ver teu sorriso;
E desejar teu beijo;
Dia após dia;
Afogado nessa saudade insistente;
Que não admite trégua;
E por saber e sentir;
Que é, e por desejar que sempre seja;
Teu sorriso meu guia;
Teu olhar de estrelas minha esperança;
Teu beijo minha perdição;
Teu carinho meu conforto;
Teu abraço o meu leito;
E teu coração minha eterna morada.
Genesis
Postado por Jaci Paganini às 00:18 2 comentários
terça-feira, 6 de outubro de 2009
Sonhar
Autor: Genesis
Houve um dia em que sonhei que amava;
E no sonhar debrucei-me;
No abraço terno e carinhoso;
De um anjo de cabelos dourados feito o sol;
Que me guardava e me ninava;
Por instantes que pareceram séculos;
E os séculos foram muito pouco tempo;
Para saborear o êxtase dos prazeres;
Do amor incontido que se guardava no peito meu;
E que se eleva mais e mais;
Até o alto das estrelas;
Até a morada dos Deuses;
Onde eu mesmo me sentia eterno;
Como um Deus...;
Como o mais afortunado dos homens...;
Mas como tudo começa também acaba;
E no momento quando era tudo magia;
Obrigou-me o destino a despertar;
Então despertei, e com os olhos inundados;
Das mais cristalinas e verdadeiras lágrimas chorei..., e sorri;
Pois ao acordar eu percebi;
Que tudo não fora somente um sonho;
E eu estava nos braços de um anjo;
O mais lindo, personificado no corpo de uma mulher;
E seu olhar meigo e sorriso doce;
Fizeram com que eu voasse em delírio;
E me sentisse como um Deus;
Um homem que chora...;
Um homem que sorri...;
Um homem que ama.
Para Eduarda Thaisa Debortoli, meu anjo de cabelos de sol e olhar de estrelas.
Houve um dia em que sonhei que amava;
E no sonhar debrucei-me;
No abraço terno e carinhoso;
De um anjo de cabelos dourados feito o sol;
Que me guardava e me ninava;
Por instantes que pareceram séculos;
E os séculos foram muito pouco tempo;
Para saborear o êxtase dos prazeres;
Do amor incontido que se guardava no peito meu;
E que se eleva mais e mais;
Até o alto das estrelas;
Até a morada dos Deuses;
Onde eu mesmo me sentia eterno;
Como um Deus...;
Como o mais afortunado dos homens...;
Mas como tudo começa também acaba;
E no momento quando era tudo magia;
Obrigou-me o destino a despertar;
Então despertei, e com os olhos inundados;
Das mais cristalinas e verdadeiras lágrimas chorei..., e sorri;
Pois ao acordar eu percebi;
Que tudo não fora somente um sonho;
E eu estava nos braços de um anjo;
O mais lindo, personificado no corpo de uma mulher;
E seu olhar meigo e sorriso doce;
Fizeram com que eu voasse em delírio;
E me sentisse como um Deus;
Um homem que chora...;
Um homem que sorri...;
Um homem que ama.
Para Eduarda Thaisa Debortoli, meu anjo de cabelos de sol e olhar de estrelas.
Postado por Jaci Paganini às 00:00 0 comentários
Marcadores: Amor
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Paixão
Autor: .....***Sissi***.....
Terra morna das tardes melancólicas;
De fim de inverno onde outrora houve frio;
Há hoje..., esperança;
Dos dias claros e radiantes;
Onde se mostra o sol sorridente;
Por ser ele próprio talvez;
O reflexo do sorriso que demonstro;
Quando da face doce de um anjo recordo;
E brilha meus olhos mais que o próprio sol;
Em sua magnitude celestial;
Tudo por que vejo hoje;
Algo que as eras me esconderam;
Por castigo..., por ironia...;
Por capricho...;
...Ou por minha própria ignorância...;
De entender o quanto vale;
Responder a um beijo verdadeiro;
Apaixonado de uma mulher que sussurra;
Em meu ouvido que sou sua vida;
E que repousa seu sono em meus braços;
Quando as noites recobrem o céu de estrelas;
Tão lindas..., tão distantes...;
Mas ainda assim verdadeiras em sua magia;
De inflamar os corações apaixonados;
A suspirar nesse clímax etéreo;
Sentimento doce que me mostra;
As estrelas que perduram perto de mim;
Ao meu lado..., em meu abraço;
Feito sonho doce e eterno;
A embriagar-me em devaneios;
Sutis e ternos feito os plácidos lagos;
Das manhãs de verão onde me vejo;
Em comunhão com o mundo por saber;
Que estas ao meu lado..., a abraçar-me...;
Que estou vivo..., que te amo.
Genesis
De fim de inverno onde outrora houve frio;
Há hoje..., esperança;
Dos dias claros e radiantes;
Onde se mostra o sol sorridente;
Por ser ele próprio talvez;
O reflexo do sorriso que demonstro;
Quando da face doce de um anjo recordo;
E brilha meus olhos mais que o próprio sol;
Em sua magnitude celestial;
Tudo por que vejo hoje;
Algo que as eras me esconderam;
Por castigo..., por ironia...;
Por capricho...;
...Ou por minha própria ignorância...;
De entender o quanto vale;
Responder a um beijo verdadeiro;
Apaixonado de uma mulher que sussurra;
Em meu ouvido que sou sua vida;
E que repousa seu sono em meus braços;
Quando as noites recobrem o céu de estrelas;
Tão lindas..., tão distantes...;
Mas ainda assim verdadeiras em sua magia;
De inflamar os corações apaixonados;
A suspirar nesse clímax etéreo;
Sentimento doce que me mostra;
As estrelas que perduram perto de mim;
Ao meu lado..., em meu abraço;
Feito sonho doce e eterno;
A embriagar-me em devaneios;
Sutis e ternos feito os plácidos lagos;
Das manhãs de verão onde me vejo;
Em comunhão com o mundo por saber;
Que estas ao meu lado..., a abraçar-me...;
Que estou vivo..., que te amo.
Genesis
Postado por Jaci Paganini às 21:40 3 comentários
quarta-feira, 8 de julho de 2009
Silenciar
Autor: Bruno Abreu
Abrasa o entardecer quente;
Meus sonhos e desejos;
E não menos meu corpo;
Contorce-se entre as sombras;
Disformes das lembranças;
Suspiro... No sufoco inútil;
De nada poder fazer, senão;
Chorar talvez... Como outrora;
Molhei as terras áridas;
Nos dias tristes;
Pela falta inconfortável;
De tua mão a afagar;
Meus cabelos nas noites;
Serenas em que repousava;
Meu sorriso em teus braços;
E tudo, no mais simples;
Que fosse teu andar, olhar;
Teus gestos, em verdade pareciam-me;
Dos deuses a maior das dádivas;
Entregue aos reles mortais;
Por ter nos lábios;
A verdade pura. – ‘Ainda que duvidosa’;
Aos olhares incrédulos...;
Mas peço; - Crê naquilo que diz;
Minha boca, meus versos;
Pois da alma vertem;
Não do cérebro cansado;
As vozes suplicantes;
Que na angústia se convertem;
Em páginas intermináveis;
Escritas nas paredes velhas;
Sujas de tantos muros;
Que cercam não talvez meu corpo;
Mas meu espírito exilado;
De Minha própria terra;
E me prendem sempre à morada;
Dos espíritos dos desejos;
A dançar ao redor do fogo;
Sublime a queimar meu rosto;
E fazer meu corpo ferver;
Sem alívio a não ser silenciar;
Meus gritos espalhados;
Aos ventos do mundo;
Selvagens... Mas livres;
Que ao horizonte me conduzem;
Sem saber se é destino;
Coincidência ou sorte;
Esse vagar lento, incessante;
Por entre as trilhas que insistem;
Em me levar sempre de volta ao mesmo lugar.
Abrasa o entardecer quente;
Meus sonhos e desejos;
E não menos meu corpo;
Contorce-se entre as sombras;
Disformes das lembranças;
Suspiro... No sufoco inútil;
De nada poder fazer, senão;
Chorar talvez... Como outrora;
Molhei as terras áridas;
Nos dias tristes;
Pela falta inconfortável;
De tua mão a afagar;
Meus cabelos nas noites;
Serenas em que repousava;
Meu sorriso em teus braços;
E tudo, no mais simples;
Que fosse teu andar, olhar;
Teus gestos, em verdade pareciam-me;
Dos deuses a maior das dádivas;
Entregue aos reles mortais;
Por ter nos lábios;
A verdade pura. – ‘Ainda que duvidosa’;
Aos olhares incrédulos...;
Mas peço; - Crê naquilo que diz;
Minha boca, meus versos;
Pois da alma vertem;
Não do cérebro cansado;
As vozes suplicantes;
Que na angústia se convertem;
Em páginas intermináveis;
Escritas nas paredes velhas;
Sujas de tantos muros;
Que cercam não talvez meu corpo;
Mas meu espírito exilado;
De Minha própria terra;
E me prendem sempre à morada;
Dos espíritos dos desejos;
A dançar ao redor do fogo;
Sublime a queimar meu rosto;
E fazer meu corpo ferver;
Sem alívio a não ser silenciar;
Meus gritos espalhados;
Aos ventos do mundo;
Selvagens... Mas livres;
Que ao horizonte me conduzem;
Sem saber se é destino;
Coincidência ou sorte;
Esse vagar lento, incessante;
Por entre as trilhas que insistem;
Em me levar sempre de volta ao mesmo lugar.
Genesis - 31/08/2005
Postado por Jaci Paganini às 21:00 3 comentários
Marcadores: Saudades
terça-feira, 30 de junho de 2009
Manhã
Imagem: Céus Anjos Amor... Autor: Glauco Possera
Manhã da minha luz;
Narrativa das noites regadas;
A vinho e beijos;
Silenciados pelo arfar das asas;
Do anjo lascivo que se despe;
Na calma e na delicadeza;
Das flores que desabrocham;
Nas primeiras brisas da primavera;
Que me tentam...;
Guiam-me...;
Ao extremo e profundo oceano;
Das paixões verdadeiras;
Onde me vejo sem opção além;
De sorrir e mergulhar;
E esquecer que o mundo é mundo;
E deixar a realidade aos céticos;
Simplesmente inalando a vida;
Essência divina dos bosques da juventude;
Das nuvens do paraíso que se apresenta;
Quando vejo teus olhos brilharem...;
Teus lábios encenando um sorriso meigo...;
E teu coração batendo compassado;
Em comunhão com o meu;
Que pela eternidade se faz;
Verdadeiramente vivo..., apaixonado...;
Verdadeiramente seu.
Genesis
Postado por Jaci Paganini às 19:54 0 comentários
Marcadores: Amor
terça-feira, 9 de junho de 2009
O SEMEADOR DE SONHOS
Imagem: Final de TardeAutor: Tadeu Vilani
Abre a cova...Lança;
A semente da imaginação;
No solo fértil da mente humana;
Que sonha em viver;
E vive a sonhar...;
Na lucidez de sua loucura;
Cria, molda, realiza;
Aquilo que não se vê;
Mas existe no espírito.
Rega o canteiro...Germina;
Toda esperança adormecida;
Pelo tempo...;
Pelos doutores do mundo;
Confiantes em sua ciência;
Mas cegos em seu espírito;
Ao alegar que imaginar;
É coisa de criança.
Arranca as ervas daninhas;
Da ignorância e do orgulho tolo;
Que se alojam no caminho...;
Palavras...Gestos...Costumes...;
Tudo que é tido como certo;
Mas que de certo tem
Que nem sempre é certo.
Acolhe a seara;
Repleta de virtude;
E aguarda...O solstício de verão de tu’alma;
Quando o dia é mais que noite;
É mais dia que os dias;
É mais luz que a luz dos dias;
É mais do que vemos;
É sonho mais que sonho;
É sonho eterno;
Do eterno amanhã;
De nosso futuro.
10/02/04
Postado por Jaci Paganini às 20:00 3 comentários
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